Templates da Lua

Histórico

+ veja mais

Outros Sites

XML/RSS Feed
O que é isto?

Leia este blog no seu celular

Visitante Número

Créditos

Templates da Lua

22/05/2008

Nós que aqui estamos por vós esperamos

O documentário que deu o nome para esse tópico é bem interessante, trata das imagens de pessoas que viveram nas muitas épocas da história. Não foram pessoas que mudaram significativamente o seu curso, mas que conviveram com ele, e sofreram seus efeitos na pele.

Eu vivi um efeito da história e continuo revivendo. Em 1992 houve uma revolta da população, o então presidente da república eleito por voto direto Fernando Collor de Melo pelo PRN (Partido meteórico, não era muito conhecido antes dele e voltou à escuridão depois dele) foi acusado de corrupção. Dezenas de milhões de pessoas em sua maioria estudantes dos quais eu fazia parte, estavam na rua protestando contra a postura desonesta do Presidente e de seu braço direito o advogado Paulo César Farias.

Eu era uma garota de colegial que juntamente com seus amigos 'carapintadas' estava gritando para que o presidente se desligue do cargo. O Impeachment. O fato foi histório, pois além de ser a primeira vez que isso ocorrera no Brasil, ao menos até agora, 16 anos depois, não ocorreu mais.

Até tínhamos um sentimento mais vivo de querer mudar o mundo, talvez algum resquício das diretas.

Hoje sou mulher e mãe, depois de tudo que vi e pouco que fiz, perto dos heróis de verdade como Valdmir Herzog por exemplo, vivencio outros aspectos da história:

Generosidade com os culpados:

Justiça:

Visibilidade

CPIs, CPIs, CPIs......

E tudo acaba da mesma forma, eles que lá estão por nós esperam, a única coisa certa desta vida.

Por Madai Alencar


Escrito por alencar.madai às 17h57
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Imagens em 3D

Olhem essas imagens feitas de giz que interessantes.   

Como a Coca Cola nunca fica de fora, até aqui aparece seu símbolo.

Por Fernanda Lima

Veja as imagens de outro ângulo:

 

Desenhos feitos nas calçadas pelo artista Julian Beever em giz. site aqui :)


Escrito por alencar.madai às 17h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

15/05/2008

Mais celulares

  Depois dos celulares analógicos e dos digitais agora e a vez do 3G
Com a chegada da rede 3G os celulares começam a receber serviços como videoconferência e download de vídeos cada vez maiores, isso por que ela possui velocidade de transmissão banda larga. Enquanto no Brasil a terceira geração ainda engatinha, em outros 80 países ela já dá bons passos desde o  início da década. 
 

por Fernanda Lima


Escrito por alencar.madai às 15h00
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

O poder das imagens

Por Val Schleiniger

 

Qual dos rapazes abaixo você acha que é homossexual? Por quê?

 

Esta foi a pergunta que um antigo professor fez à classe de futuros Jornalistas. A foto circulou entre os alunos, e cada um fez o seu julgamento:

 

“O indivíduo usando óculos de sol, porque tem cara de homossexual”, disse uma aluna. “Com certeza todos eles”, disse outra. Depois de passar pelos quase quarenta alunos, todos fizeram seus comentários, gozações e pré-julgamentos.

 

Ao final, o professor revelou: “Todos os rapazes fotografados são heterossexuais!”. O que será que os levou a concluir que este ou aquele jovem era homossexual?

 

1º Talvez o pré-julgamento. O professor perguntou qual deles era homossexual. Em nenhum momento ele fez uma afirmativa.

 

2º Basearam-se somente nas imagens. Por causa de um visual mais moderno, ou um estilo de vestuário mais “trendy”, afirmaram alguns.

 

3º Os alunos deixaram-se manipular por informações pré-concebidas, por imagens mal interpretadas. 

 

O fato é que não somos diferentes daqueles estudantes que foram preconceituosos e precipitados em seus julgamentos. Tomamos decisões baseadas em nossa bagagem familiar ou adquirida através do bombardeio de informações visuais ou falada.

 

A questão maior aqui não é

 

Quanto poder a imagem exerce sobre nossas vidas?

 

Günther Anders (1995:25) chama de "canibalismo pós-civilizatório" o estágio correspondente à terceira Revolução Industrial que, negando Kant quando afirmava que nenhum homem deveria ser usado como meio ou ferramenta, transforma-o em matéria bruta ou matéria prima (Rohstoff). Fala ainda Anders (1995:86) de uma "torrente de mundo exterior" (Einströmen von Aussenwelt) que invade o homem, desprivatizando seu espaço de individualidade.

A rigor, esta "torrente de mundo exterior" se expressa na avalanche das imagens exógenas que nos assediam em todos os espaços e tempos, apropriando-se de nosso espaço e nosso tempo de vida, nossos mundos de interioridades e de nossos ritmos e durações vitais. Cedendo ao assédio, em primeiro lugar nos transformamos em imagens, seres sem interioridade, sem tempo, portanto, que ocupam o espaço reivindicado apenas pelas superfícies. Isto quer dizer, somos obrigados a viver uma abstração, um corpo sem matéria, sem massa, sem volume, apenas feito de funções abstratas como trabalho, sucesso, visibilidade, carreira, profissão, fama. Em seguida, ao ganharmos o status de imagens, passamos a viver também o destino das séries e reproduções, do tempo hiper-acelerado das versões que se sobrepõem às anteriores, destinando-as ao descarte imediato e já se preparando para o auto-descarte. O destino dos corpos-imagens é o do envelhecimento precoce das ondas da moda, o do hiper-aquecimento que gera curto-circuito. O mundo das imagens exógenas só sobrevive e se mantém se for alimentado por espelhamento. E alimentar pelo espelhamento é alimentar com imagens idênticas ou similares. Alimentar por espelhamento é o princípio da endogamia intrínseca das séries. Uma vez que já se descartaram as possibilidades construtivas de um novo "oikos", só os ecos conferem legitimidade às imagens que nos são impostas invasivamente. A razão econômica que criou a serial imagery society para ampliar a escala dos negócios requer retorno também em escala ampliada. Ao produzir imagens em séries, precisou produzir receptores também em séries. Para produzi-los serialmente, precisou antes transforma-los em imagens. Ao transforma-los em imagens, procurou se desfazer dos escombros e detritos resistentes, que não cabiam no circuito fechado das imagens espelhadas em forma de labirinto. E nos labirintos das séries, na catástrofe do sempre igual, sucumbimos todos os dias em nossa corporeidade que insiste e resiste.

 


Escrito por alencar.madai às 14h57
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

06/05/2008

Sistema Wi- Fi

Se você esteve recentemente em um aeroporto, café, lanchonete, hotel, entre outros, provavelmente você atravessou uma rede sem fio. O Wi-Fi é um conjunto de tecnologias sem fio que podem conectar tudo, desde PCs de escritórios a utensílios domésticos. Hoje muitas cidades vêm oferecendo o uso dessa tecnologia de baixo custo a seus moradores. No futuro, a conexão sem fio pode se tornar tão simples, que poderemos acessar a internet sem fio em qualquer lugar e a qualquer momento.

A rede WiFi tem muitas vantagens, elas são baratas e fáceis de construir, e além de tudo são super discretas. No Brasil algumas lanchonetes como Mc Donalds e o Bob’s já oferecem essa facilidade a seus clientes, basta que eles estejam com seus Laptops em mãos, para que possam viajar nesse mundo de tecnologia.

O nome “Wi-Fi” deriva de “Hi-Fi” que é o acrônimo de “High Fidelity”, nome usado no século passado para designar os equipamentos de som de alta qualidade, que tocavam os discos LP. Através do sistema Wi-Fi, podemos ter acesso à internet, que possui velocidade de 50 a 200 vezes mais rápida que uma conexão discada

 

Dizer que uma determinada área pública disponibiliza acesso Wi-Fi é o mesmo que falar que o cliente pode navegar na Internet a partir de um computador que usa tecnologia Wireless LAN. Esse ponto de acesso é chamado de HOSTPOT. Um hostpot é uma área ou um ponto de acesso Wi-Fi, em particular para conexão à Internet.

No Brasil, o principal provedor de serviços Wi-Fi através de rede pública é a Vex, que oferece mais de duzentos pontos de presença. (Lista completa de locais http://www.pointernetworks.com.br/cobertura/), quase nada comparado aos EUA.

 

 

             O que o futuro das tecnologias Wi-Fi nos reserva?

 

 Cerca de 48 pequenas cidades americanas já possuem redes Wi-Fi municipais, enquanto tentam montar uma rede WiMax, com alcance de 50 Km.

A previsão é de que 200 cidades americanas passem a contar com redes municipais sem fios, disponíveis aos cidadãos.

 

Por Fernanda Lima

 


Escrito por alencar.madai às 17h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

29/04/2008

Alienação

 

A sociedade no mundo tem sido influenciada pelas culturas transmitidas pela mídia nas suas variadas formas, desde o rádio ao Iphone e assim é a mídia de massa. Com o desenvolvimento da tecnologia o contato humano tem se tornado cada vez mais ausente na vida das pessoas de nosso planeta.

 Os indivíduos têm vivido  na transformação dos fatos em espetáculos, segundo Debord, o espetáculo constitui um amplo conceito para descrever a mídia e a sociedade de consumo incluindo : produção, promoção, exibição de mercadorias e seus efeitos.

As pessoas sem perceberem engolem todas estas informações que as induzem a consumir  até coisas que não pensavam e muito menos tinham vontade de possuir.  Sejam bem-vindos a sociedade midiatizada.

 

Por Maria Emília


Escrito por alencar.madai às 10h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Fome no Brasil

            A fome é um dos problemas graves no Brasil, cerca de 14 milhões de pessoas convivem com a fome  e está concentrada principalmente  na região Norte e Nordeste do  país, de acordo com o estudo que utiliza os dados da Pesquisa Nacional Domiciliar (PNAD) de 2004 .

No primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva  em janeiro de 2003  com o governo federal o FOME ZERO é uma estratégia  para assegurar o direito humano à alimentação adequada às pessoas com dificuldades de acesso aos alimentos. Tal estratégia se insere na promoção da segurança alimentar e nutricional buscando a inclusão social e a conquista da cidadania da população mais vulnerável à fome.

Mas este projeto apresenta ainda algumas falhas, a falta de estoques de alimentos, a ausência de integração entre vários órgãos federais e a lentidão no processo de prestação de contas, fazem com que os alimentos demorem a chegar a seus necessitados, ou seja, de 2004 a 2008 quatro anos se passaram e ainda muitas famílias passam fome e isto demonstra que o Fome Zero não conseguiu atingir sua meta de zerar o índice da fome em nosso país.

 por Maria Emília


Escrito por alencar.madai às 10h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

23/04/2008

Imagens que marcaram o meu sec. XXl

 

O ataque as torres gemias no dia 11 de setembro 2001, são as imagens que em minha opinião marcaram o sec. Xxl.

Lembro como se fosse hoje, as emissoras de televisão não falavam de outro assunto, imagens ao vivo, de pessoas correndo de um lado para o outro, tentando fugir, se salvar ou salvar as outras. Até hoje, não consigo entender como esses terroristas foram capazes de matar centenas de pessoas, e tirarem suas vidas.

Foi a partir desta data que comecei a me interessar cada vez mais pela profissão dos jornalistas, ao ver a importância que eles tinham em mostrar essa monstruosidade ao mundo.

 

 Fernanda Lima


Escrito por alencar.madai às 13h02
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

22/04/2008

CULPADOS OU INOCENTES?

por Val Schleiniger 
 
Esta pergunta não  serve  para Alexandre Nardoni. Nem para  Anna Carolina Jatobá,  mas sim para os meios de comunicação que têm "massacrado" a  coletividade com a imagem da pequena Isabella desde o dia 29 de março de 2008, quando foi assassinada, segundo os primeiros  laudos da polícia, pelo pai e pela madrasta.
 
Trata-se de uma espetacularização da dor. A trágica morte da menina mexe com o brio de qualquer ser humano normal. Primeiro o fato de ser criança, dando uma sensação de futuro roubado: "As crianças representam, direta ou indiretamente, o futuro da gente. É uma facada no futuro de todos nós”, analisa o psicanalista Contardo Calligaris.
 
Depois, o fato de  ter possivelmente sido assassinada pelo próprio pai e madrasta, que deveriam ser  referências de segurança de proteção.
 
Mas o fato é que na atual "Sociedade  Midiática" em que vivemos, o drama virou novela. As pessoas não querem perder nenhum capítulo e anseiam pelo desfecho do espetáculo  mórbido . É só isso  o  que se fala nas ruas, no trabalho, em qualquer conversa informal. A notícia virou entretenimento, no sentido mais torpe da palavra.  Tão torpe quanto o crime em si. É um circo de horrores.
 
"À medida que avançamos no novo milênio, a mídia se torna tecnologicamente mais exuberante e está assumindo um papel cada vez maior na vida cotidiana" (Cultura da Mídia e Triunfo do Espetáculo). 
 
  grande exposição na mídia transformou a mãe da menina Isabella -  Ana Carolina Oliveira - em uma  quase celebridade.  Pessoas utilizam as câmeras dos seus celulares para filmar imagens da jovem mãe na missa de 7o. dia da filha , como é o caso de um vídeo publicado no You Tube.  Outros chegam ao extremo de pedir autógrafos  para a mãe enlutada, como se estivessem diante de uma atriz famosa.


Escrito por alencar.madai às 13h39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

20/04/2008

Ídolos

De acordo com o mini Aurélio, Ídolo: 1. Estátua ou simples objeto cultuado como deus ou deusa. 2. Objeto em que se julga habitar um espírito, e por isso venerado. 3. Pessoa a quem se tributa respeito ou afeto excessivos.

A TV Fox nos EUA, lançou este ano a 7ª temporada do American Idols, por aqui o programa com o título de Ídolos está na 3ª edição. Na verdade é a primeira que se passa na Rede Record e duas anteriores se passaram na Emissora do homem do Baú. Sem reservas e sem gostar muito da idéia, devo concluir: ó programa é um sucesso.

As edições, sempre com centanas de milhões de inscritos, se tornam o assunto em voga na boca da maioria das pessoas durante os meses em que a seleção está sendo feita. Não quero analisar aqui o que leva o ser humano a correr o risco de passar um vexame nacional apenas baseado no elogio da mamãe e na experiência de cantar no chuveiro, a fim de se tornar um ídolo, afinal essa é a proposta do programa.

Analisemos aqui então essa proposta. Ídolo. Como dito anteriormente ídolo traz uma conotação negativa em seu nome se compreendido o sentido literal da palavra, afinal o excessivo é desequilíbrio. Contudo, a imagem de multidões se estapeando e chorando para chegar perto de um ídolo, é uma massagem no ego e tanto!

O programa American Idols foi criado a partir de filão quase doentio do ser humano, o de ser venerado. A conquista final (mesmo que não tenha consciência da real chance que a pessoa pode ter) é o prêmio do Édipo: ver em multidões que a paixão por seu estilo, sua voz, seu rosto. Ouvir a platéia cantando a sua música (não importa se boa ou ruim), é ouvir centenas de pessoas seguindo uma só voz, seguindo um só líder.

É fato que nações chegaram às suas leis e regras por aperfeiçoarem idéias de pensadores através dos anos. Quando as leis são tomadas e regidas por uma só pessoa isso é uma ditadura. Esta lição é aprendida desde cedo. Quando a criança pede um brinquedo mais dispendioso a seu pai é normal que este entre em consenso com sua esposa ou qualquer outra pessoa responsável por ela a fim de buscar a melhor data para dar o brinquedo e se está dentro do orçamento.

A mídia difunde que qualquer pessoa pode sair de dentro da sua vidinha insossa e sem graça e simplesmente ser um ídolo, aquele que provoca multidões, que coloca sua palavra na boca das pessoas, o que dita e comanda.

O detentor de poder geralmente é o que tem carisma e respeito, que se porta assim, não o que espera que o instituam de maneira que os outros por obrigação o "louve". Cada pessoa vive dentro do seu universo por muito tempo e com tanta intimidade que perde a noção do quanto é realmente carismático, inteligente, manipulador, competente, amigo, franco, etc...

O que então a FOX percebeu é que é sucesso colocar o desejo contido dentro da maioria das pessoas como um espelho que passa todos os dias em seu lar através do meio de comunicação mais comum, a televisão.

Não quero afirmar que o ídolos se "aproveita" das fraquezas psíquicas das pessoas, ou sim? 

Stanley Kubrick, em seu filme Laranja Mecânica, usou truques que desorientavam o telespectador, como pano de fundo para a história do tratamento bizarro ao garoto desajustado. Martin Escorcese colocou uma fraqueza psicológica clara em O aviador (confesso que depois desse filme o ator Leonardo di Caprio subiu enormemente em meu conceito), e recebeu 11 indicações ao oscar, e ganhou como melhor filme. Ingmar Bergman mostra um belo conflito em  Morangos Silvestres e é um clássico extremamente atual, que mostra as faces dicotômicas de um senhor de 78 anos. É uma tática comum.

É claro que há muitas diferenças entre o cinema e a televisão, mas debatê-la, trabalha-la, inova-la, obter o próprio sustento da sua rotina como profissional é possível sem que tenha que se manipular a mente das pessoas?

E os jurados? Gente, venhamos e convenhados, o Arnaldo Saccomani não lembra o Pedro de Lara? O senhor tísico (de ruindade) e mau humorado, fico pensando: "Quando será que ele vai entrar com lírios na lapela?" É um estereótio. A cantora boasinha e simpática, tem vontade de sorrir de tudo é um tipo bem comum na mídia, Galisteu que o diga, os outros dois são menos caricaturais. Não quero questionar a competência deles, ao que parecem são bons, afinal o público gosta da seleção que fazem.

Circo armado, mestres de cerimônias a postos, platéia sentada e que rufem os tambores, os equilibristas que no meio do caminho podem se tornarem palhaços ou heróis vão entrar e se atirarem na tina d'água. E ainda apelam para as frases populares que servem para desculpar a falta de talento: "Não desista do seu sonho", e chamam sonho de falta de senso...


Escrito por alencar.madai às 01h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

15/04/2008

A mídia se aproveita dela mesma

Por Madai Alencar

Eu entrei no Google para procurar imagens, e achei esse site totalmente sem querer. É um programa que coloca qualquer foto na capa de revistas famosas e temáticas. É só uma ilusão,  claro, mas não resisti ao gostinho de aparecer na capa de uma revista, principalmente de modelo (um sonho aliciado em 9 dentre 10 meninas) e de ricos. Você vai encontrar dezenas de capas. O que vale é brincar.

Olha eu nas capas :)

 

 

O site clique aqui


Escrito por alencar.madai às 16h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

14/04/2008

Afetos sintéticos

por Val Schleiniger
 
Os relacionamentos interpessoais estão ficando cada vez mais impessoais. Perde-se um amigo de vista só porque ele mudou o número do celular ou o endereço de e-mail e não avisou. Cartões e flores virtuais substituem o abraço de parabéns. Passa-se horas a fio na internet, batendo papo com os amigos virtuais, pois o "trânsito é caótico e não dá para marcar encontros, ou simplesmente porque é mais fácil, rápido e honesto", afirmam alguns viciados em messenger.
 
O tempo corre acelerado, ou será que são as pessoas que estão perdendo o controle de suas vidas? Questionamentos como por que faço isso, ou para que trabalho tanto parecem ter uma resposta óbvia: "É natural" . Natural é ser feliz, mas na atual sociedade de valores inversos, ser feliz é possuir o equipamento de última geração, o carro mais luxuoso, o emprego com melhor status.
 
O Nyantaro parece ser o reflexo exato da sociedade tecnológica, virtual e  imediatista   que nos encontramos. Gato de verdade faz sujeira, arranha o sofá e precisa de cuidados e carinho, e esses valores parecem não se enquadrar na sociedade atual. O  robô   gato não precisa do vizinho para cuidar dele quando o dono sai de férias, não come ração e não morre.
 
Puxa, que avanço! Ou será que devíamos chamar de retrocesso? As crianças não brincam mais de "ciranda-cirandinha", de pular corda ou com bolinhas de gude. Algumas não sabem como é viver sem celular, computador, mp4.  São os adultos do futuro. Se os adultos de hoje, já estão sendo empurrados por essa onda tecnológica, qual será o futuro dessas crianças que têm a infância tragada pela tecnologia?


Escrito por alencar.madai às 13h10
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

08/04/2008

Eu estava lá

                                                        

As imagens que inseriria no filme “Nós que aqui estamos, por vós esperamos”, seriam as imagens do ataque terrorista no metrô de Londres em 2005. Os motivos estão logo a seguir...

 Por Val Schleiniger

Eu estava lá

 7 de Julho de 2005. Acordei numa manhã de verão Londrino e fui levar minha filha para a escola e depois seguiria para o trabalho, utilizando a “circle line” do metrô.

 Quando estávamos quase chegando ao nosso destino, sentimos um solavanco no trem e as luzes se apagaram. Ouvimos uma frase interrompida, que nos deixou ainda mais apreensivos: “Senhoras e Senhores, pedimos desculpas pelo inconveniente...”. Os passageiros se entreolharam, alguns esboçaram um sorriso nervoso, mas ninguém se atrevia a dizer nada. Novamente ouvimos a voz do motorista que dizia: “O trem seguirá viagem sem problemas.” O trem se movimentou por alguns minutos com a luzes apagadas, e novamente parou.

 Pela terceira vez o motorista falou: “As portas serão abertas, por favor desembarquem sem tumulto”.

 “Desembarcar” significava andar num túnel escuro, cheio de fumaça e tropeçando em muitos ratos. Minha filha estava aterrorizada, e eu tentava acalmá-la.

 Ao chegarmos em segurança na plataforma, haviam faixas amarelas da Polícia com os dizeres “keep away” para isolar o local. O clima era tenso. Sirenes de ambulâncias e de carros de polícia aturdiam os sentidos.

 Sabia-se que havia ocorrido um atentado terrorista em uma estação vizinha daquela que havíamos desembarcado, mas com uma pane geral nos telefones, estávamos incomunicáveis. Não havia transporte para voltar para casa, por isso tivemos que andar por quase cinco horas. Estava exausta, sedenta e em estado de choque, mas agradecida a Deus por ter poupado minha vida e a de minha filha.

 56 pessoas perderam suas vidas e mais de 700 ficaram feridas. As imagens daquela tragédia continuam impressas em minha memória...

 Reservo o direito de não entrar em maiores detalhes, por tratar-se de um experiência dolorosa (talvez a pior que já vivi).


Escrito por alencar.madai às 16h06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/04/2008

Os cientistas e a fé

Nada é mais falso do que a afirmação de que os cientistas não acreditam em Deus. Só os desinformados, ou de má fé, podem dizer isto. Com segundas intenções, muitos querem dar a entender que “todas” as pessoas inteligentes e esclarecidas não aderem aos “mitos” religiosos; e que os cientistas, “homens especiais”, concluíram pela ciência que Deus não existe. Quem acreditar em Deus seria “politicamente não correto”. É um grave engano como se pode ver pelo que se segue.

Até hoje ninguém provou pela ciência, e nem vai provar, que Deus não existe. Pois o Criador transcende a Ciência que Ele mesmo estabeleceu.

Uma quantidade enorme de cientistas e de filósofos sempre acreditaram em Deus, e viveram a fé católica; até mesmo encontramos pessoas de Comunhão diária, como o pais da microbiologia, Dr. Louis de Pasteur, da Sorbonne. Muitos deles, defenderam as suas convicções religiosas publicamente.

Descartes e Galileu morreram como bons cristãos com todos os sacramentos; Leibniz escreveu uma obra denominada Teodicéia (“Justificação de Deus”) contra o ateísmo. Até mesmo Platão e Aristóteles, que viveram antes de Cristo, apresentaram inúmeras provas da existência de Deus, com argumentos puramente racionais. Isaac Newton, físico, e Kepler, astrônomo, foram cristãos que falavam de Deus nos seus escritos, sem receios. Mendel, o pai da genética, fez as suas experiências com ervilhas no mosteiro onde era abade; Nicolau Copérnico, astrônomo, era clérigo.

Apresentamos a seguir as palavras de alguns cientistas (citações extraídas do folheto Gott existiert, reproduzidas em Pergunte e Responderemos, n. 316, setembro de 1988, e da publicação alemã: “Todos pensam que Deus existe !” (Königsbach; D – 67435 Neustadt – Burgunderstr. 44)

O espaço não me permite colocar mais citações; escolhi apenas algumas, mas se você quiser ler mais páginas delas, veja o livro “Ciência e Fé em Harmonia” (Ed. Cléofas, Lorena, SP , 230 pgs. 14 x 21; www.cleofas.com.br , tel . 12- 31526566)

Isaac Newton (1642-1727), fundador da física clássica e descobridor da lei da gravidade:
“A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta”.

Alessandro Volta (1745-1827), físico italiano, descobridor da pilha elétrica e inventor, cujo nome deu origem ao termo voltagem:
“Submeti a um estudo profundo as verdades fundamentais da fé, e [...] deste modo encontrei eloqüentes testemunhos que tornam a religião acreditável a quem use apenas a sua razão”.

André Marie Ampère (1755-1836), físico e matemático francês, descobridor da lei fundamental da eletrodinâmica, cujo nome deu origem ao termo amperagem:
“A mais persuasiva demonstração da existência de Deus depreende-se da evidente harmonia daqueles meios que asseguram a ordem do universo e pelos quais os seres vivos encontram no seu organismo tudo aquilo de que precisam para a sua subsistência, a sua reprodução e o desenvolvimento das suas virtualidades físicas e espirituais”.

H. C. Oersted (1777-1851), físico dinamarquês, descobridor de uma das leis do Electromagnetismo:
“Cada análise profunda da Natureza conduz ao conhecimento de Deus”.

Karl Friedrich Gauss (1777-1855), alemão, considerado por muitos como o maior matemático de todos os tempos, também astrônomo e físico:
“Quando tocar a nossa última hora, teremos a indizível alegria de ver Aquele que em nosso trabalho apenas pudemos pressentir”.

Agustín-Louis Cauchy (1789-1857), matemático francês, que desenvolveu o cálculo infinitesimal:
“Sou um cristão, isto é na creio na divindade de Cristo como Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Leibniz, Pascal [...], como todos os grandes astrônomos e matemáticos da Antigüidade”.

H. Madler (1794-1874), astrônomo alemão, autor do primeiro mapa selenográfico:
“Um cientista sério não pode negar a existência de Deus, pois quem, como ele, pode penetrar tão profundamente a Sua oficina e admirar a Sua Sabedoria, só pode ajoelhar-se perante a grandeza do Espírito Divino”.

James Prescott Joule (1818-1889), físico britânico, estudioso do calor, do eletromagnetismo e descobridor da lei que leva o seu nome:
“Nós topamos com uma grande variedade de fenômenos que [...] em linguagem inequívoca falam da sabedoria e da bendita mão do Grande Mestre das obras”.

William Thompson Kelvin (1824-1907), físico britânico, pai da termodinâmica e descobridor de muitas outras leis da natureza:
“Estamos cercados de assombrosos testemunhos de inteligência e benévolo planejamento; eles nos mostram através de toda a natureza a obra de uma vontade livre e ensinam-nos que todos os seres vivos são dependentes de um eterno Criador soberano.”

P. Sabatier (1854-1941), zoólogo alemão, Prêmio Nobel:
“Querer estabelecer contradições entre as Ciências Naturais e a religião, demonstra que não se conhece a fundo ou uma ou outra dessas disciplinas”.

Arthur Eddington (1882-1946), físico e astrônomo britânico:
“A física moderna leva-nos a necessariamente a Deus”.

Carl Gustav Jung (1875-1961), suíço, um dos fundadores da psicanálise:
“Entre todos os meus pacientes na segunda metade da vida, isto é, tendo mais de 35 anos, não houve um só cujo problema mais profundo não fosse constituído pela questão da sua atitude religiosa. Todos, em última instância, estavam doentes por terem perdido aquilo que uma religião viva sempre deu aos seus adeptos, e nenhum se curou realmente sem recobrar a atitude religiosa que lhe fosse própria”.

Werner Von Braun (1912-1977), físico alemão radicado nos Estados Unidos e naturalizado norte-americano, especialista em foguetes e principal diretor técnico dos programas da NASA (Explorer, Saturno e Apolo), que culminaram com a chegada do homem à lua:
“Não se pode de maneira nenhuma justificar a opinião, de vez em quando formulada, de que na época das viagens espaciais temos conhecimentos da natureza tais que já não precisamos crer em Deus. Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salve da catástrofe o nosso mundo. Ciência e religião são, pois, irmãs, e não pólos antitéticos”. “Quanto mais compreendemos a complexidade da estrutura atômica, a natureza da vida ou o caminho das galáxias, tanto mais encontramos razões novas para nos assombrarmos diante dos esplendores da criação divina”.

Fr. Von Huene (1875-1969), geólogo e paleontológico alemão:
“Essa longa história da vida que aos poucos se vai erguendo em escala ascensional, é, precisamente, a história da criação do mundo dos viventes. É a ação de Deus que tudo planeja e concebe, dirige e sustenta”.

M. Hermann (1876-1962), Diretor do Instituto de Biologia Max Plank:
“Os resultados da mais desenvolvida ciência da natureza ou da Física não levantam a mínima objeção à fé num Poder que está por trás das forças naturais e que as rege. Tudo isto pode aparecer mesmo ao mais crítico pesquisador como uma grandiosa revelação da natureza, levando-o a crer numa todo-poderosa Sabedoria que se acha por trás desse mundo sábio”.

 
Friedrich Dessauer (1881-1963), alemão, biofísico e filósofo da Natureza, fundador da terapia das profundidades por meio de raios Roentgen e da Biologia dos quanta:
“O fato de que nos últimos setenta anos o curso das descobertas e invenções nos interpela poderosamente, significa que Deus o Criador nos fala mais alto e mais claro do que nunca mediante pesquisadores e inventores”.
 
J. v. Liebib (1803-1873), químico alemão fundador da química agrícola:
“A grandeza e a sabedoria infinita do Criador só são acessíveis àquele que se esforça para ler os seus pensamentos nas entrelinhas do grande livro a que chamamos Natureza”.
 
Albert Eintein (1879-1955), físico judeu alemão, criador da teoria da relatividade, Prêmio Nobel 1921:
“Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois ele não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que ele contempla. No universo, incompreensível como é, manifeste-se uma inteligência superior e ilimitada. A opinião corrente de que eu sou ateu, baseia-se sobre grande equívoco. Quem a quisesse depreender de minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento”
 
Edwin Couklin (1863-1952), biólogo norte-americano:
“Querer explicar pelo acaso a origem da vida sobre a terra é o mesmo que esperar que um dicionário completo possa ser o resultado da explosão de uma tipografia”.

Max Plank (1858-1947), físico, alemão, criador da teoria dos quanta, Prêmio Nobel 1928:
“Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências Naturais e Religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão. (Gott steht für den Gläubigen em Anfang, fur den Phystker am Ende alles Denkens)”.

H. Spemann (1869-1941), zoólogo alemão, Prêmio Nobel 1935:
“Quero confessar que, durante as minhas pesquisas, muitas vezes tenho a impressão de estar num diálogo em que meu interlocutor me aparece como Aquele que é muito mais sábio. Diante desta extraordinária realidade ... o pesquisador é sempre mais tomado por uma profunda e reverente admiração”.
 
J. Ambrose Fleming (1849-1945), físico britânico:
“A grande quantidade de descobertas modernas destruiu por completo o antigo materialismo. O universo apresenta-se hoje ao nosso olhar como um pensamento. Ora o pensamento supõe a existência de um pensador”.

Guglielmo Marconi (1874-1937), físico italiano, inventor da telegrafia sem fio, Prêmio Nobel 1909:
“Declaro com ufania que sou homem de fé. Creio no poder da oração. Creio nisto não só como fiel cristão, mas também como cientista”.

Thomas Alva Edison (1847-1931), inventor no campo da Física, com mais de 2.000 patentes:
“Tenho... enorme respeito e a mais elevada admiração por todos os engenheiros, especialmente pelo maior deles: Deus”.

Charles Darwin, famoso autor da teoria da evolução:
“Nunca neguei a existência de Deus. Creio que a teoria da evolução é plenamente conciliável com a fé em Deus. A impossibilidade de provar e compreender que o grandioso e imenso universo, assim como o homem, tiveram origem por acaso parece-me ser o argumento principal para a existência de Deus”.
 
J. V. Uexküll (1864 – 1944), biólogo alemão:
“Quem reconhece um plano, um objetivo, uma finalidade e uma intenção na Natureza, reconhece também a existência do Criador”.

Prof. Allan Sandage, durante toda a sua vida se aplicou à pesquisa dos astros:
“Foi a minha ciência que me levou à conclusão de que, o universo é demais complexo para poder ser explicado pela ciência. É somente por meio do sobrenatural que posso compreender o mistério da existência".

Robert John Russell, fundou em 1981 o Centro de Teologia e Ciências Naturais no Graduate Theological Union em Berkeley, EUA:
“Em vez de solapar a fé e os valores espirituais, as descobertas cientificas oferecem-lhes suporte”.

Prof. John Palingharne, físico na Universidade de Cambridge, e que se tornou presbítero anglicano em 1982:
"Se alguém toma consciência de que as leis da natureza de­vem ser incrivelmente certeiras para produzir o universo que vemos, ve­rifica que o universo não teve origem por acaso, mas deve haver um projeto a regê-lo".
 
Carl Feit, biólogo cancerologista da Yeshiva University de Nova loque:
"O fato de que a mente humana pode penetrar os mistérios do universo, significa que algo do ser humano está em harmonia com a mente de Deus".

Profa. Jocelyn Bell Burnell, astrônoma, pesquisadora das estre­las ditas pulsars. Trabalha na Open University da Inglaterra e é membro da Sociedade Religiosa dos Amigos (Quakers):
"A falta de fé nos deixa sós e apavorados diante do futuro". “A minha fé não me impede de cultivar a ciência em toda a amplidão dos hori­zontes científicos”.

Fred Hoyle, astrônomo britânico, outrora ateu:
“A existência de Deus pode ser provada com probabilidade matemática de 10 40000”.

Edward Mitchell, astronauta da Apolo 14, um dos primeiros homens a pisar na Lua, afirmou:
“O Universo é a verdadeira revelação da divindade, uma prova da ordem universal da existência de uma inteligência acima de tudo o que podemos compreender”.

B. Vollmert, biólogo alemão, afirmou:
“Atribuir o encadeamento das unidades da molécula de DNA ao acaso é uma hipótese absolutamente improvável (1/10 elevado a 1000)”. Este número ultrapassa em muito o imaginável. A ciência fala de uma quase impossibilidade quando se refere a 1/10 elevado a 50. Como termo de comparação: o número de átomos existente no cosmos é de 10 elevado a 83! A probabilidade de se passar de um grau de evolução a outro superior por um crescimento casual é de 10 elevado a 40 000.”

Será que os cientistas são ateus?...
 
 


Escrito por alencar.madai às 18h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

27/03/2008

-

          Os telefones celulares são atualmente um equipamento tão presente em nossas vidas, quanto um relógio de pulso.

          Só no Brasil há em media mais de 108,5 milhões de aparelhos. Diante deste quadro, o que hoje os fabricantes podem oferecer para as pessoas que já possuem celular?

          As respostas podem ser encontradas nos modelos lançados recentemente. Nos aparelhos novos, o uso do telefone é a apenas um pequeno detalhe, já que eles oferecem jogos para múltiplos parceiros, mapas com GPS, guias turísticos, recursos para tratamento de fotos e até projetores de imagens. Alguns desses recursos estão em desenvolvimento. Outros já podem ser encontrados nas lojas, como o Nokia 6110 Navigator, o primeiro celular com sistema de navegação por GPS, esse fornece rotas e dá orientação verbal pelo caminho em três regiões metropolitanas, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

          Lançado em agosto, o Ipaq 510 é o primeiro celular móvel da HP, o maior fabricante mundial de computadores, ele traz novos recursos de comando de voz, o telefone também lê os compromissos gravados na agenda do aparelho, os e-mails e as mensagens de texto recebidas, tem conexão Wi-Fi e câmera digital de 1,3 megapixels.

          Com todas essas funções, será que o celular ainda pode ser chamado de aparelho telefônico móvel, já que falar é o que menos interessa???

 

Fernanda Lima


Escrito por alencar.madai às 14h40
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]